“JULGAVA QUE NÃO VERIA AQUILO NA EUROPA”
Por Miguel Machado • 27 Mar , 2016 • Categoria: 11. IMPRENSA
«Julgava que não veria aquilo na Europa. As atrocidades da Bósnia testemunhadas por um militar português» é o título de mais uma interessante reportagem da Radio Renascença sobre a guerra na antiga Jugoslávia, em concreto na Bósnia e Herzegovina, no período da Missão de Monitorização da CEE/EU em 1992.

A entrevista está disponível online na Radio Renascença TV (ver link no fim do artigo)
O Coronel Pára-quedista Joaquim Cuba, monitor da União Europeia em 1992 em Sarajevo, fala com a jornalista Catarina Santos que já nos deu uma outra boa reportagem sobre a temática da guerra na Bósnia – NA BÓSNIA 20 ANOS SÃO DOIS DIAS – e conta não só aspectos da sua experiência directa no conflito nesses tempos como levanta questões incómodas sobre a capacidade /vontade que hoje, passados quase 25 anos, a União Europeia terá para lidar com situação semelhante que se venha a declarar…na Bósnia.
O coronel Joaquim Cuba esteve na Bósnia em 1992. Integrava uma missão de monitorização da então Comunidade Europeia e foi dos últimos a sair de Sarajevo, já a guerra tinha irremediavelmente avançado. Regressou em 1998, como comandante de um dos batalhões portugueses que integraram a missão de apoio à paz da NATO. Esta quinta-feira, o antigo líder dos sérvios da Bósnia Radovan Karadzic foi condenado a 40 anos de prisão pelo Tribunal de Haia.
São 5 minutos de entrevista que vale a pena ver / ouvir. Clique em:
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